quarta-feira, 21 de junho de 2017

LULA, o 'criminoso' sem crime

"Para os diligentes investigadores da Lava Jato, título de propriedade não tem nenhum valor legal. Para eles, o fato de o documento de propriedade do imóvel do Guarujá não estar em nome de Lula, mas da OAS – pasmem! – configura crime do ex-presidente. Ou seja, para Dallagnol, ele é criminoso de qualquer maneira, com ou sem documento", afirma o jornalista Ribamar Fonseca; o colunista do 247 questiona: "Será que os diligentes procuradores da Lava Jato imaginam que os brasileiros são imbecis, para aceitarem semelhante argumentação? Será que o juiz Sergio Moro, que não viu dolo nas contas na Suíça da mulher do ex-deputado Eduardo Cunha, vai aceitar semelhante peça, desprovida de qualquer prova, para condenar Lula?"
"Enquanto se aguarda, a qualquer momento, pela sentença de Sérgio Moro sobre a denúncia do triplex, defesa mostra documento que prova que o apartamento não pertence a Lula", escreve Paulo Moreira Leite, articulista do 247. "Um 'contrato de 'cessão fiduciária de direitos creditórios', negociado entre a OAS e a Caixa, mostra que o apartamento 164-A é propriedade da empreiteira, que deverá depositar os recursos obtidos com sua venda numa conta da estatal." Descoberto pelos advogados de Lula num cartório de Salvador, o contrato mostra o caráter insólito da investigação, onde a defesa é obrigada a encontrar provas da inocência de seu cliente – quando o Direito ensina que cabe à acusação provar o que diz

terça-feira, 20 de junho de 2017

Guajajara do Pindaré paralisam a BR 316 e exigem dignidade por uma Educação de Qualidade


MANIFESTO DOS PAIS, PROFESSORES E ALUNOS GUAJAJARA DO PINDARÉ E CARU

Porque estamos nos mobilizando mais uma vez? Para que a EDUCAÇÃO INDÍGENA no Maranhão seja implantada e implementada com responsabilidade e em pleno atendimento aos Direitos Humanos dos Povos Indígenas Maranhenses, pois temos sofrido ano após ano, governo após governo, um descaso generalizado com a gestão pública e com os direitos educacionais dos Povos Indígenas no Estado do Maranhão. Atualmente, os descasos só aumentam e causam a cada dia, mais violações de Direitos Humanos a todos nós Indígenas. A precariedade da educação indígena vai desde a efetivação do PNAE (que não acontece em concordância com o calendário das escolas indígenas), de material escolar, de transporte escolar, de cadeiras e mesas nas escolas, da falta de construção e reformas de escolas, de assistência técnica qualificada e humana da Secretaria de Estado da Educação, da falta de diálogo republicano, técnico de alto nível da SEDUC, da falta de respeito para com os direitos básicos e fundamentais dá educação indígena, do não funcionamento do Conselho Estadual de Educação Indígena, das discriminações contra os povos Indígenas, do não cumprimento e Implementação do TAC DA EDUCAÇÃO INDÍGENA, do Estado violador de direitos humanos. É nessa situação muito preocupante que estamos vivenciando no Maranhão e a falta de professores suficientes e qualificados em nossas escolas, principal motivo deste requerimento, situação a qual tem nos trazido nos últimos anos e dias, prejuízos irreparáveis às nossas comunidades indígenas, o que passamos a detalhar a seguir. 
Acontece, que desde a responsabilização do Estado do Maranhão com a Educação Escolar Indígena, através do Decreto Presidencial nº 26/91, o quadro docente das escolas indígenas é “mantido” por meio de Contratação Temporária, processo o qual, a SEDUC vem mantendo até hoje, somente adaptando-o através de processo seletivo, acontecendo prorrogações, tudo isso questionado por muitas comunidades indígenas. O fato é que, todos os anos as escolas paralisam suas atividades pelo simples fato de a SEDUC nunca conseguir realizar o processo seletivo e/ou prorrogação em tempo hábil, de forma a não deixar as atividades letivas paralisadas, prejudicando, assim, a vida escolar de centenas de alunos, onde, podemos dar como exemplo, a triste situação que estamos vivenciando desde o dia 10/04/2017, na qual, algumas escolas estão funcionando de forma parcial, como é o caso das da Terras Indígenas Pindaré e Carú, por falta de professores, porque no dia 08/04/2017 o contrato da maioria dos professores venceu e até agora continuamos sem resolução do problema. Para piorar, a SEDUC só tem apresentado prazos e mais prazos e não cumpriu nenhum até agora. Tendo como último prazo publicado ou divulgado, ( EDITAL Nº 34/2017-SEDUC), prevendo a solução da situação após o dia 17/07/2017, já que republicaram o edital e reabriram as inscrições por mais uma semana (sendo que esta já é a 2ª (segunda prorrogação) das inscrições do edital em tramitação), somando-se mais de 3 meses de paralisação das atividades e dificultando a cada dia a possibilidade de reposição dos dias letivos, sem prejudicar o ano letivo seguinte. E o problema pode se agravar ainda mais, quando em Novembro/2017 vencerá o contrato dos docentes que estão em atividade, visto que, ao invés de a SEDUC ter realizado um só seletivo em abril de 2016, optou por renovar alguns contratos e realizar seletivo com um grupo de professores não seletivados para supostamente atender às demandas das escolas indígenas, porém nem com a realização de tal seletivo em 2016, resolveu-se tais demandas e necessidades. 
Em números, apresentamos o seguinte diagnóstico das escolas indígenas da Terra Indígena Pindaré e Carú: de uma demanda existente de 78 (setenta e oito) professores, somente 27 (vinte e sete) docentes foram contratados até o momento. Reivindicamos providências urgentes, pois é inadmissível que continuemos sendo enganados e violados pelos governos do Maranhão, que vêm demonstrando total descaso com a pauta e os direitos dos Povos Indígenas.



domingo, 18 de junho de 2017

Dono da FRIBOI 'O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa

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ÉPOCA – O senhor não pagou?
Joesley – Nesse tipo de coisa, não. Tinha alguns limites. Tinha que tomar cuidado. Essa é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país. Liderada pelo presidente.

ÉPOCA – O chefe é o presidente Temer?
Joesley – O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida. Daquele sujeito que nunca tive coragem de romper, mas também morria de medo de me abraçar com ele.

ÉPOCA – No decorrer de 2016, o senhor, segundo admite e as provas corroboram, estava pagando pelo silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, ambos já presos na Lava Jato, com quem o senhor tivera acertos na Caixa e na Câmara. O custo de manter esse silêncio ficou alto demais? Muito arriscado?
Joesley – Virei refém de dois presidiários. Combinei quando já estava claro que eles seriam presos, no ano passado. O Eduardo me pediu R$ 5 milhões. Disse que eu devia a ele. Não devia, mas como ia brigar com ele? Dez dias depois ele foi preso. Eu tinha perguntado para ele: “Se você for preso, quem é a pessoa que posso considerar seu mensageiro?”. Ele disse: “O Altair procura vocês. Qualquer outra pessoa não atenda”.  Passou um mês, veio o Altair. Meu Deus, como vou dar esse dinheiro para o cara que está preso? Aí o Altair disse que a família do Eduardo precisava e que ele estaria solto logo, logo. E que o dinheiro duraria até março deste ano. Fui pagando, em dinheiro vivo, ao longo de 2016. E eu sabia que, quando ele não saísse da cadeia, ia mandar recados.

Orcrim = Organização criminosa

O imberbe Dallagnol cobra R$ 40.000 por palestra mas acha que era Lula que cobrava caro para lavar grana!

Lula chegou a ser apontado como o "grande general" da organização criminosa que teria governado o país durante a gestão do PT, segundo o procurador Deltan Dallagnol, da Lava Jato. Na noite de sexta-feira 16, o jornalista Xico Sá ao compartilhar a divulgação da capa da revista Época, em que, numa entrevista, o empresário Joesley Batista acusa Michel Temer de ser chefe da "maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil" ele pergunta: "Mas o chefe não era o Lula?"
O imberbe procurador Dallagnol para arrendondar o seu parco salário federal ele vem cobrando R$ 40.000 por palestra. Alguém acha urgente que haja uma reforma trabalhista com esse cara que pago com dinheiro público usa material de representações e processos para enriquecer e especular sobre a vida de pessoas públicas sem oferecer uma única e irrefutável prova. Vergonha....entregue-se a Jesus, cara!

Dono da Froboi confirma que Lulinha nunca foi dono ou sócio. E agora seus trouxas....comam a língua!

A entrevista bombástica do empresário Joesley Batista, em que ele apontou Michel Temer como chefe da "maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil", também serviu para desmontar uma lenda urbana: a de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus parentes seriam sócios da JBS, dona da marca Friboi; num determinado trecho, o jornalista de Época questiona por que Joesley nunca gravou Lula e a resposta veio direta: "porque eu nunca tive uma conversa não republicana com o Lula"; Joesley disse ainda que só esteve com Lula uma única vez enquanto ele foi presidente – o encontro ocorreu em 2006, quando assumiu o comando da empresa; em sua nota, Temer diz que Joesley protegeu o PT, alegando que a JBS que a empresa cresceu no governo Lula e não no dele; a realidade, no entanto, mostra que praticamente todas as empresas brasileiras cresceram com Lula e afundaram com o golpe

Em nota, o chefe da mais perigosa gangue,TEMER-ário, admite 'pequenos crimes'....e nada fez. Isso não é crime de responsabilidade?

Num dos trechos da nota oficial em que ataca o empresário Joesley Batista, que o acusou de ser o líder da "maior e mais perigosa organização criminosa" do Brasil, Michel Temer deu um tiro no pé e confirmou crimes de responsabilidade apontados em seus 14 pedidos de impeachment – um deles apresentado pela Ordem dos Advogados do Brasil; "Ao delatar o presidente, em gravação que confessa alguns de seus pequenos delitos, alcançou o perdão por todos seus crimes", diz a nota palaciana; Temer não só confirma os diálogos, como também admite nada ter feito e classifica como "pequenos delitos" saber que Joesley estava segurando juízes e procuradores, assim como comprando o silêncio de Eduardo Cunha; "Mesmo que o áudio tivesse alguma edição, as duas declarações públicas de Temer confirmam o teor do diálogo. E isso que é indiscutível. A decisão da OAB levou mais em consideração o fato de o presidente ter escutado tudo que escutou e não ter feito nada em relação a isso", diz Claudio Lamachia, presidente da OAB

Justiça acorda - Moro tem 15 dias para explicar o inexplicável, a liberação dos áudios ilegais da presidente Dilma

O juiz federal Sérgio Moro terá 15 dias para explicar à Corregedoria Nacional de Justiça porque deu autorização para divulgar conversa telefônica entre o ex-presidente Lula e a presidenta Dilma Rousseff em março de 2016.Moro não tinha autorização judicial para gravar qualquer conversa de Dilma. Por não haver a autorização da Justiça, a gravação de diálogos presidenciais configura crime contra a segurança nacional. Na ocasião, Moro divulgou as conversas na véspera de Lula tomar posse como Ministro da Casa Civil e a gravação foi vazada para o Jornal Nacional. O corregedor nacional da Justiça, João Otávio de Noronha, adiou o julgamento do processo para ouvir o juiz federal.