terça-feira, 6 de setembro de 2016

Juiz que mandou soltar os jovens presos pela PM do Alckimin diz que 'vivemos dias tristes para nossa democracia'


No despacho em que libertou da prisão cerca de duas dezenas de manifestantes presos no último domingo (4), antes e durante os protestos contra o golpe do impeachment e por Diretas Já, o juiz Rodrigo Tellini, do Foro Central Criminal da Barra Funda, em São Paulo, considerou as ilegais as ações da Polícia Militar e lamentou o atual momento político. "Vivemos dias tristes para nossa democracia. Triste do país que seus cidadãos precisam aguentar tudo de boca fechada. Triste é viver em um país que a gente não pode se manifestar", declarou.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Ministros do TEMERário - Babacas, canalhas e cínicos.....

Disposto a tirar um sarro de todos as pessoas que consideram o processo de impeachment de Dilma Rousseff um golpe parlamentar, Geddel Vieira Lima, ministro de Michel Temer, diz que a sensação de assumir um cargo do Executivo sem voto popular é "gostosa". O titular da Secretaria de Governo estava sendo alvo de críticas de manifestantes contra o golpe no Twitter. Um seguidor perguntou: "Me explica como é a sensação de assumir um cargo do executivo sem voto popular???". Geddel respondeu: "gostosa". Neste domingo, ele foi chamado "babaca" por uma internauta. Ele rebateu a chamando de "imbecil" e dizendo que iria bloqueá-la. (Brasil 247)

Polícia militar reproduz as mesmas ações que deram vida ao FASCISMO na Itália. Aguardem!


 A noite do impeachment estava sendo como qualquer outra para o advogado Mauro Rogério Silva dos Santos, que foi buscar seu filho por volta das 22 horas na praça central, onde ocorria uma manifestação pacífica em Caxias do Sul (RS). Chegando ao local, alguns jovens estavam sendo detidos. Mauro se prontificou a tentar ajudá-los e aproximou-se dos policiais militares com a carteira da profissão. "Você é advogado?", perguntou um deles, "Sim", respondeu Mauro. "Aqui, você não é advogado. Se quiser vai ser advogado na delegacia", foram as palavras antes da sequência de agressões físicas ao profissional do direito. Mas não foram apenas os machucados que marcaram Mauro Rogério dos Santos, modificando completamente a sua vida. Aquela noite do dia 31 de agosto foi apenas o início dos extremismos sofridos pelo advogado e sua família, que passaram a ser ameaçados de morte.

Em São Paulo ontem a PM deu demonstração vergonhosa  do que é o agir fascista. Ela se sente ainda mais protegida, agora!

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Senado - Procura-se um 'probus vir.....' Gravem essas caras!


Ex-assessor de imprensa da Federação dos Hospitais confessa ter fomentado clima para derrubar Dilma



Elcio Cabral Melo, ex-assessor de imprensa da Federação de Hospitais, (foto acima) fez um desabafo na internet após o impeachment de Dilma Rousseff (PT) ser concluído. Ele pediu desculpas por, no exercício da função, escrever artigos publicados em jornais da grande mídia fomentando o clima para derrubar Dilma do poder. Segundo ele, a ordem era colocar a culpa de todos os problemas possíveis na gestão da petista. Isso, ele lembra, era repetido pelas assessorias de imprensa País afora.

Dilma entra junto ao STF e pede anulação da votação do impeachment. Ministro Teori terá que responder em poucos dias...

Advogado de defesa da ex-presidenta Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, apresentou hoje (1º) recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF), em forma de mandado de segurança (MS), pedindo a anulação da votação do impeachment. Ele apresentou três argumentações básicas e o processo foi distribuído para relatoria do ministro Teori Zavascki, que o recepcionou no seu gabinete. Como foi feito no formato de mandado de segurança, terá de ter decisão em poucos dias, talvez de forma monocrática (o que ainda está sendo decidido por analistas judiciários). Se vier a ser acatado, o impeachment retornará ao início da sua avaliação e será cancelada a posse do presidente Michel Temer, que volta a ser presidente interino. Além de Cardozo, outros seis advogados assinam a peça jurídica. Dos três argumentos apresentados, o primeiro afirma que da forma como houve o julgamento foram desconsiderados dois artigos da Lei do Impeachment, em vigor no país desde 1950. Um deles diz que a previsão de condenar um presidente pela abertura de créditos suplementares sem autorização no Congresso – prática imputada pelos senadores a Dilma –, que teria previsão na lei, não é compatível com a Constituição. O segundo motivo é o fato de a Constituição de 1988 não ter recepcionado a previsão de que é crime de responsabilidade um presidente infringir a lei orçamentária – que levou a figurar como um dos motivos principais para o impeachment, por meio da prática das chamadas pedaladas fiscais (estas, inclusive, contestadas por alguns técnicos e peritos). E em terceiro lugar, os advogados de defesa de Dilma afirmam que houve mudança no conteúdo do relatório do impeachment aprovado no Senado em comparação com o texto aprovado, antes, pela Câmara dos Deputados, que admitiu a abertura do processo contra Dilma. Conforme o texto do MS, no Senado foi imputado a Dilma não só a responsabilidade de contrair empréstimos com bancos públicos, como também de determinar aos bancos a abertura dos créditos.
 
A peça jurídica também destaca que “ao conscientemente retirar a hipótese de atos contra 'a guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos' do rol de crimes de responsabilidade, o Constituinte de 1988 realizou uma clara opção constitucional, que não pode ser ignorada pela legislação ordinária”.E acrescenta que esta é a única alteração no rol dos crimes de responsabilidade elencados constitucionalmente, mantendo-se inalteradas as demais hipóteses. “Inconstitucional, portanto, a abertura de processo de impeachment, o afastamento presidencial, a decisão de pronúncia e, principalmente, a condenação com base em hipótese não recepcionada pela Carta Política de 1988”, acrescenta o texto. Ontem, poucas horas após a decisão do Senado, o advogado afirmou que esta não será a única ação a ser protocolada contra o processo de impeachment. Segundo Cardozo, além do MS, nas outras duas ações, a serem feitas nos próximos dias, será solicitada a anulação de todo o processo, alegando falta de justa causa para o impeachment. (Fonte: GGN)

Quer pesquisar Temer na internet? Só tem TEMER GOLPISTA! Virou sobrenome!