Vice na chapa do candidato a-presidente Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), lançou a primeira frase preconceituosa da campanha. Em almoço na Câmara de Indústria e Comércio (CIC) de Caxias do Sul nesta segunda (6), Mourão disse que o Brasil herdou a "indolência" dos indígenas e a "malandragem" dos africanos. Foi o primeiro evento público do general na condição de candidato. Ao defender a democracia, Mourão ressaltou que "intervenção militar não é varinha mágica". Mourão fazia uma explicação sobre as condições de subdesenvolvimento e conflitos políticos e sociais da América Latina – ele definiu a região como um "condomínio de países periféricos". Ao mencionar a "malandragem" dos africanos, desculpou-se com o vereador negro Edson da Rosa (MDB), presente na mesa de autoridades.
terça-feira, 7 de agosto de 2018
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Quem é a candidata a vice-presidente da pior espécie na chapa de Chuchu Alckimin
por Redação RBA
São Paulo – Ela votou a favor da PEC dos Gastos Públicos, que pode deixar o Brasil sem bolsas de pós-graduação a partir de agosto de 2019 e da reforma trabalhista. Defensora dos ruralistas, foi agraciada com o prêmio Líder do Agronegócio Brasileiro 2018. A vontade com bandeiras do lobby armamentista, é aliada do Armas pela Vida, que defende a posse de armas no meio rural para solucionar questões agrárias em favor dos latifundiários.
Figura de destaque entre os que odeiam o PT, acusou Gleisi Hoffmann de violar Lei de Segurança Nacional ao "pedir que o Exército Islâmico" viesse atuar no país quando a presidenta do partido concedeu uma entrevista ao canal árabe Al Jazeera. Sem contar o apoio àqueles gaúchos extremistas, que puseram tratores nas ruas para intimidar a caravana de Lula no Rio Grande do Sul.
Esta é a senadora Ana Amélia (PSDB), candidata a vice-presidenta na chapa do também tucano Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, famoso por botar a polícia para bater e perseguir estudantes e matar jovens pobres e negros da periferia.
Não último, foi descoberto que recebia salário como jornalista pelo senado, nos anos 80, sem sequer nunca ter aparecido no local ou ter escrito algumas matéria específica. Até o conservador Elio Gaspari critica a escolha e se pergunta se está senhora tem condições para vir a ocupar, um dia, o lugar de presidente do Brasil....
Temer-ário corta verbas de combate ao trabalho escravo...que aumenta a cada dia, e afeta cerca de 370.000 pessoas
A escravidão moderna atingiu 369 mil trabalhadores no Brasil em 2016, segundo dados do relatório Índice Global de Escravidão 2018, organizado pela fundação Walk Free e apresentado na ONU; em carta-denúncia, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) afirma que há um contínuo desmantelamento das políticas de combate ao trabalho escravo contemporâneo no Brasil, ou seja, há uma ação deliberada para impedir a fiscalização de combate ao trabalho escravo moderno.
Na avaliação de Sofia Vilela, Procuradora do Trabalho, as informações do relatório evidenciam que é preciso ir além do conceito de trabalho escravo historicamente conhecido, onde as pessoas estão literalmente aprisionadas, para entender a realidade da escravidão moderna, em que indivíduos são submetidos a condições de trabalho extremamente degradantes. A procuradora aponta que, seja no ambiente doméstico, rural ou em empresas, muitos trabalhadores são obrigados a ultrapassar excessivamente a jornada de trabalho e permanecem em ambientes inseguros, sem água e alimentação. Além do trabalho forçado, o conceito de escravidão moderna também inclui a servidão por dívida e outras práticas semelhantes à escravidão. “A situação de exploração que tanto era evidente em um período de escravidão que aconteceu no Brasil e em várias partes do mundo, e que em algumas ainda acontece, vai se transformando”, explica Vilela. “Hoje em dia observamos que as formas de exploração dos trabalhadores vão se alterando e consequentemente cabe a sociedade estar vigilante em relação à essa exploração.”A especialista ressalta a importância do Direito do Trabalho na defesa dos direitos dos trabalhadores e complementa que a escravidão moderna é acentuada em locais onde há maior ausência do Estado e o alto numero de casos é fruto de uma desigualdade social extrema.
Brasil escravocrata
De acordo com o Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil, mantido pelo Ministério Público do Trabalho em cooperação com a Organização Internacional do Trabalho, no período de 2003 a 2017, ocorreram 43.696 resgates de pessoas em situação de trabalho análogo à escravidão no país. O município de Confresa, localizado no estado do Mato Grosso, é o município brasileiro com maior prevalência de resgates, seguido de Ulianópolis (PA), Brasilândia (MS), Campos dos Goytacazes (RJ) e São Desidério (BA).
Segundo informações do Ministério do Trabalho, no ano de 2017 foram realizadas 88 operações de fiscalização para erradicação do trabalho escravo, enquanto em 2016 foram 115. Em resposta a demanda da reportagem, Ministério declarou que o plano orçamentário para esse fim teve contingenciamento de 52,2% em 2017.
Na avaliação de Sofia Vilela, Procuradora do Trabalho, as informações do relatório evidenciam que é preciso ir além do conceito de trabalho escravo historicamente conhecido, onde as pessoas estão literalmente aprisionadas, para entender a realidade da escravidão moderna, em que indivíduos são submetidos a condições de trabalho extremamente degradantes. A procuradora aponta que, seja no ambiente doméstico, rural ou em empresas, muitos trabalhadores são obrigados a ultrapassar excessivamente a jornada de trabalho e permanecem em ambientes inseguros, sem água e alimentação. Além do trabalho forçado, o conceito de escravidão moderna também inclui a servidão por dívida e outras práticas semelhantes à escravidão. “A situação de exploração que tanto era evidente em um período de escravidão que aconteceu no Brasil e em várias partes do mundo, e que em algumas ainda acontece, vai se transformando”, explica Vilela. “Hoje em dia observamos que as formas de exploração dos trabalhadores vão se alterando e consequentemente cabe a sociedade estar vigilante em relação à essa exploração.”A especialista ressalta a importância do Direito do Trabalho na defesa dos direitos dos trabalhadores e complementa que a escravidão moderna é acentuada em locais onde há maior ausência do Estado e o alto numero de casos é fruto de uma desigualdade social extrema.
Brasil escravocrata
De acordo com o Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil, mantido pelo Ministério Público do Trabalho em cooperação com a Organização Internacional do Trabalho, no período de 2003 a 2017, ocorreram 43.696 resgates de pessoas em situação de trabalho análogo à escravidão no país. O município de Confresa, localizado no estado do Mato Grosso, é o município brasileiro com maior prevalência de resgates, seguido de Ulianópolis (PA), Brasilândia (MS), Campos dos Goytacazes (RJ) e São Desidério (BA).
Segundo informações do Ministério do Trabalho, no ano de 2017 foram realizadas 88 operações de fiscalização para erradicação do trabalho escravo, enquanto em 2016 foram 115. Em resposta a demanda da reportagem, Ministério declarou que o plano orçamentário para esse fim teve contingenciamento de 52,2% em 2017.
Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU) o Maranhão é campeão absoluto de contas rejeitadas nos últimos 8 anos
Uma lista do Tribunal de Contas da União (TCU) apresenta o nome de 7.431 gestores públicos, entre eles prefeitos e governadores, que tiveram contas rejeitadas nos últimos oito anos. A relação foi entregue pelo presidente do TCU, Raimundo Carreiro, ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Luiz Fux, nesta quinta-feira. Com base nestas informações, o Ministério Público Eleitoral e partidos políticos poderão pedir a impugnação de eventuais candidaturas destes gestores nas eleições deste ano. Os 7.431 gestores tiveram 11.408 contas rejeitadas por diversos tipos de irregularidades. A reprovação da contabilidade de administradores públicos é tida como um forte indicador de ineficiência no uso de dinheiro público. Serve também como ponto de partida ou mesmo base de investigações sobre corrupção com recursos repassados pelo governo federal para estados e municípios. Depois de receber a lista, Fux disse que, além de combater fake news , o TSE deverá barrar eventuais candidaturas de gestoras com ficha suja. “Poderia dizer que o TSE sintetiza sua atuação no binômio: não à mentira e ficha suja está fora do jogo democrático”, afirmou o ministro.O repasse de informações do TCU para o TSE ocorre a cada eleição, desde o início da década de 90. Mas, depois da aprovação da lei da ficha limpa, o ato ganhou mais relevância. Pela lei, gestores que tiveram contas rejeitadas podem se tornar inelegíveis, conforme afirmou Carreiro ao entregar a lista para Fux. “Neste momento histórico das eleições para os cargos de deputado federal, estadual e distrital, senador, governador, presidente e vice-presidente da República, o TCU cumpre seu papel legal de disponibilizar a relação de contas julgadas irregulares, colaborando com a Justiça Eleitoral no esforço de fazer valer a Lei da Ficha Limpa, importante conquista de iniciativa popular”, disse o presidente do TCU. (Leandro Miranda)
Cajueiro - MP do MA oferece denúncia Criminal contra três que derrubaram casas e semearam violência para facilitar porto dos Chineses em São Luís
Foram denunciados Luiz Carlos Ribeiro Olivieri, José Edmilson Dourado e Thalles França Paulo (conhecido como Talisson) pelos crimes de dano qualificado, constituição de milícia privada, usurpação da função pública, coação no curso do processo e fraude processual.
Segundo a denúncia ministerial, há indícios suficientes de autoria e provas de materialidade. A Denúncia foi aceita pelo Poder Judiciário em 12 de julho. Segundo o promotor de justiça Haroldo Paiva de Brito, titular da Promotoria de Especializada em Conflitos Agrários, no dia 18 de dezembro de 2014, seguranças da empresa Leões Dourados Ltda, chefiados pelo proprietário José Edmilson Dourado e a mando de Luiz Carlos Ribeiro Olivieri, comandaram a derrubada de 15 casas dos moradores do Cajueiro. Em depoimento à Polícia Civil, os moradores contaram que os seguranças acompanhavam os policiais militares e um oficial de justiça, que cumpriria uma intimação.
Após cumprir a determinação judicial, o oficial de justiça e os policiais militares foram embora junto com os seguranças. Em seguida, os mesmos seguranças, chefiados por José Edmilson Dourado e Luiz Carlos Ribeiro Olivieri, voltaram armados e intimidaram os moradores enquanto as residências eram derrubadas por um trator da empresa WPR São Luís Gestão de Portos e Terminais. Eles afirmavam que estariam cumprido uma ordem judicial determinando a demolição das 15 casas. Os denunciados Thalles França Paulo e Luiz Carlos Ribeiro Olivieri foram citados por diversas vezes por comandar ações de derrubada de outras casas e ameaçar os moradores. “É possível depreender que suas condutas estavam diretamente relacionadas às práticas delituosas, ambos agiam em conluio e espalhavam o caos na comunidade”, afirmou o promotor de justiça.
Na denúncia, o MP-MA destacou que Luiz Carlos Ribeiro Olivieri admitiu, em depoimento à Polícia Civil, ser o administrador local da WPR e ter comandado pessoalmente a operação que resultou na derrubada da casa de uma das vítimas com uma pá carregadeira. O denunciado afirmou que a empresa teria adquirido legalmente a área e negociado com diversos posseiros, mas mantém litígio judicial com alguns.
A decisão liminar, de 5 de dezembro de 2014, proibiu moradores e posseiros de realizarem novas construções, mas não determinou a derrubada de nenhum imóvel. “Os acusados não tinham e não poderiam ter qualquer autorização judicial que permitisse a destruição de imóveis dos moradores da comunidade do Cajueiro, configurando-se, aqui, a prática do crime de fraude processual”, esclareceu o titular da Promotoria de Especializada em Conflitos Agrários.
Além disso, o Ministério Público enfatizou que os denunciados utilizaram a violência e grave ameaça para favorecer interesses próprios e alheios, contra os moradores, inclusive impedindo a realização das atividades agrícolas necessárias ao seu próprio sustento. “Houve, de fato, a retirada arbitrária dos que habitavam o local para propiciar a construção do Terminal Portuário, engendrado pela empresa WPR e pretensa proprietária da gleba em litígio, sem levar em consideração os direitos básicos, entre eles, o direito à moradia, à dignidade e à paz.”. (Imirante)
sábado, 4 de agosto de 2018
18º domingo Comum - Procurar o pão que não se estraga, o do amor e da solidariedade (Jo. 6,24-35)
As multidões voltam a procurar Jesus. O gesto de partilhar o pão e distribuir de forma justa por parte de Jesus (no início do capítulo 6 narrando a multiplicação) visava transformar pessoas egoístas em um povo maduro e livre. Um povo capaz de colocar em comum o que tem. Jesus visava a sua autonomia e independência, a plena solidariedade que supera as desigualdades, sem ter que depender do ‘mercado e do capital’. A multidão, contudo, quer fazê-lo rei. Ou seja, prefere ter alguém que mande, que pratique a submissão e o assistencialismo.
- Jesus repreende a multidão porque não entendeu a importância do sinal do dom do pão, ou seja, não soube se tornar ele também dom que alimenta. As pessoas só se preocuparam em comer e se saciar sem se importar com o que realmente mata definitivamente a fome da humanidade. O que sacia de verdade é o alimento que o Filho oferece, pois este é garantido e confirmado pelo Pai.
- O povo então pergunta o que deve fazer e Jesus responde dizendo o que significa fazer a ‘obra de Deus’ (lembremos que no cap. 32,16 de Êxodo a obra de Deus é identificada com as tábuas da lei) Jesus está dizendo que o povo, agora, deve fazer uma nova aliança, mas com Ele e não na obediência às leis de Moisés. Aliança com a capacidade de amar e de acolher de Jesus. Ter fé em Jesus e seguir seus passos é bem diferente de seguir as normas dos sacerdotes e do templo. Aliás, uma coisa não combina com a outra!
- A incompreensão, porém, continua, pois o povo pede um sinal. Jesus, sempre se recusou a dar um sinal entendido como prodígio-milagre. É como se Jesus dissesse ‘acreditem nisso, na obra do Pai que é se doar’ e descobrirão que vocês mesmos se tornam um sinal para os outros! Muitas vezes queremos sinais desde fora, ou do alto, e Jesus nos motiva para compreender nós podemos ser sinal para os que pedem sinais. O problema é não acreditamos nisso!!!!
- O povo, então, se volta ao passado fazendo memória dos ‘pais’ e da tradição, mas Jesus fala do ‘PAI’ e sempre no presente! Quem dá o pão verdadeiro, o sentido de vida, a felicidade, as bem-aventuranças é o Pai, e não os pais como Moisés. Jesus afirma que não são as tradições e as normas do templo e da liturgia que nos saciam, mas a adoção da prática de amor que Jesus tinha para com as pessoas. Isso sim, mata a nossa fome de felicidade e de realização. Por isso que Jesus sempre foi duro com as instituições religiosas. Ele não veio para PURIFICAR as instituições, mas para ELIMINÁ-LAS, pois elas impedem a prática do amor verdadeiro. Por isso que era considerado um endemoninhado. Diante disso, então, o povo pede ‘desse pão’!
MIGRAÇÃO - Italianos, (Taliani) de vítimas e refugiados a algozes e racistas....
A partir de 1861, cerca de 30 milhões de italianos emigraram em busca da sorte no estrangeiro. Deles, boa parte veio para o Brasil. Aqui, foram acolhidos com os mesmos preconceitos com que, hoje, com frequência, muitos italianos tratam os refugiados do Terceiro Mundo que, em desespero, batem às suas portas. Não eram apenas trabalhadores braçais que partiam. As camadas mais pobres da população na realidade não tinham como pagar a viagem e, por esta razão, o maior número de viajantes era composto de pequenos proprietários de terra que, com suas parcas economias conseguiam adquirir a passagem de ida para o Novo Mundo.Exatamente como os refugiados que hoje chegam à Itália (e a vários outros países europeus), os emigrantes italianos geralmente não iniciavam a aventura com toda a família: quase sempre a emigração era programada como uma necessidade temporária, e quem partia era geralmente apenas um homem sozinho.
Uma exceção importante a essa regra foi a grande emigração camponesa de inteiras famílias do Vêneto e do sul da Itália para o Brasil, sobretudo logo após a abolição da escravidão (1888) e o anúncio, por parte do governo brasileiro, de um vasto programa de colonização e de benesses (falsas) oferecidas aos imigrantes.Quase sempre, quem partia das regiões do norte embarcava em Gênova ou no porto de Le Havre, na França. Quem partia do sul do país, por seu lado, embarcava em Nápoles. A relação entre passageiros da primeira classe e os da terceira era de 17 mil a 5 mil, e as diferenças do tratamento dispensado a esses últimos eram abissais. Para estes, era dado apenas um saco cheio de palha e um único banheiro estava disponível para cada 100 pessoas. Eram os únicos confortos de uma viagem que podia durar um mês ou mais.
TODA SEMELHANÇA ENTRE A MIGRAÇÃO ITALIANA DE ONTEM E A DE HOJE DE MUITOS AFRICANOS.....É MERA COINCIDÊNCIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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