A
humanidade parece viver um verdadeiro paradoxo, planetário, trágico e,
aparentemente, irreversível. Parece que quanto mais a sociedade avança desde um
ponto de vista tecnológico, mais ela involui na sua consciência social,
organizacional, política. Tem-se a impressão que estamos voltando a cultuar caudilhos,
imperadores civis, líderes políticos como se fossem verdadeiros pais-patrões salvadores
de uma nação que, incontestavelmente, se submete às suas autocráticas vontades.
Jesus, na notória diatribe sobre a licitude ou não de pagar imposto a César coloca
algumas orientações e questões centrais que continuam atuais. Aos imperadores
de ontem e de hoje é preciso devolver as efígies e os símbolos que eles
próprios forjaram, no intuito de perpetuar o seu suposto sagrado poderio. A
eles não devemos nada! Só se devolve um desgastado objeto de metal, uma moeda
de ferro que representa a sua deformada cara de falso senhor do mundo! Agora, ao verdadeiro Senhor que não submete e
nem escraviza, que não ameaça e nem persegue devemos tudo o que nós temos e
somos. Ao Deus que criou o ser vivo à sua ‘imagem’ e semelhança temos a
obrigação de cuidar, proteger e salvar os seus filhos e filhas. Afinal, é neles
que Deus ‘cunhou’ a sua cara’! Ao protegermos esses templos vivos, reflexos
indeformáveis do Pai, e vítimas dos donos das moedas virtuais de hoje, estaremos
prestando o único e verdadeiro culto que é agradável ao Deus de Jesus de
Nazaré!
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
XXIX domingo comum - AOS IMPERADORES DE HOJE SÓ DEVOLVEMOS SEUS AMULETOS, A DEUS PAI DEVEMOS O COMPROMISSO DE PROTEGER QUEM FOI CRIADO À SUA IMAGEM!
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