sexta-feira, 7 de setembro de 2018
30 policiais fazem escolta de Bolsonaro. Onde estavam ontem?
O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) é o único presidenciável com escolta da Polícia Federal. Desde o início da campanha, ele é acompanhado por até 30 agentes que se dividem em dois ou três turnos, conforme o EL PAÍS apurou. Por razões de segurança, a PF não costuma divulgar quantos policiais estão à disposição em cada ato político do candidato. Além desses PFs, há ainda policiais militares da reserva (vários deles militantes do PSL) que ajudam na segurança de Bolsonaro. Foi o próprio candidato que solicitou essa escolta policial. E, como concorrente à presidência, ele tem direito a receber esse acompanhamento. Em outras ocasiões, Bolsonaro já afirmou estar sob o “máximo risco de morte”. Em todas as cidades pelas quais passa, costuma fazer os deslocamentos por terra em viaturas da PF.
Em Juiz de Fora, quando foi esfaqueado, boa parte de seus seguranças fazia a sua proteção, segundo aliados dele. Mas como esse era um ato no meio de uma multidão, o controle sobre quem se aproximava do candidato é mais difícil. “Quando você está entre 5.000 ou 10.000 pessoas, como estava em Juiz de Fora, é difícil controlar”, alertou o deputado Fernando Francischini (PSL-PR), que é delegado da Polícia Federal. Bolsonaro levou uma facada no abdômen na tarde desta quinta-feira enquanto participava de uma passeata no centro da cidade mineira. Seu agressor foi identificado como Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Federal. (Fonte El País)
BRASIL DEPENDENTE....do ódio, do radicalismo e da intolerância. Sobra também para quem defende tudo isso
Em um vídeo gravado e divulgado nas redes sociais do candidato à reeleição ao Senado Magno Malta, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) falou pela primeira vez após ter sido esfaqueado durante um evento de campanha em Minas; no vídeo, gravado dentro da UTI, onde continua internado, Bolsonaro - que já defendeu a tortura durante o período da ditadura militar, além de atacar minorias, e mais recentemente simulou "metralhar petistas", afirma "nunca fez mal a ninguém"
"Um cara que prega o ódio recebeu uma resposta de ódio", lamentou, ao Brasil de Fato, a psicanalista Maria Rita Kehl em referência ao ataque a faca contra o candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (6) em Juiz de Fora (MG), durante um ato de campanha em um centro comercial da cidade
"Temos presenciado nos últimos tempos radicalizações diversas de ambos os extremos em luta pelo poder. A caravana de Lula foi atingida por tiros, o acampamento em Curitiba, depois de sua prisão, foi atacado por adversários políticos. No outro extremo, Jair Bolsonaro, que cansou de estimular a população a se armar, e chegou a ensinar uma criança a atirar, acabou atingido por um radicalismo aparentemente de fundo religioso, uma novidade perversa na disputa política brasileira", diz o colunista do Globo
"Houve realmente a facada. Houve 3 lesões no intestino e uma na artéria misentérica. Todas são potencialmente fatais. Isto, contudo não faz do 'atentado' uma realidade", diz o historiador Fernando Horta."O fato é que a esquerda não tem nenhum interesse na morte de Bolsonaro. O grande antagonista da esquerda hoje é o TSE. Sem o TSE Lula ganharia com Bolsonaro e tudo mais. O maior beneficiário da morte de Bolsonaro é seu vice, o general Mourão. Que assume a vaga num cenário político de 'comoção' da direita"
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
87 empresas controlam a cadeia produtiva do agronegócio no planeta. Queremos o homo sapiens de volta!
Apenas 87 corporações com sede em 30 países dominam a cadeia produtiva do agronegócio em todo o planeta. O dado integra gigantes do setor de bebidas e carnes, como por exemplo, a Coca-Cola, a AmBev, a JBS e a Unilever; mas também empresas de tecnologia como a IBM, a Microsoft e a Amazon, atraídas para a produção agrícola e o varejo de alimentos por áreas como big data (grande conjunto de manipulação de dados) e veículos inteligentes. Quatro grandes traders, empresas investidoras no mercado financeiro, controlam a importação e a exportação dos commodities agrícolas: o chamado grupo ABCD, formado pelas empresas estadunidenses Archer Daniels Midland (ADM), Bunge, Cargill e pela multinacional com sede na Holanda, Louis Dreyfus Company. Hoje, elas representam 70% do mercado mundial de commodities agrícolas. Os dados são do Atlas do Agronegócio, lançado nesta terça-feira (4). O relatório analisa a cadeia global da agricultura e como a concentração do mercado nas mãos de poucas empresas molda o sistema agrícola mundial.
Um dos resultados do estudo, segundo ela, é a desmitificação da imagem propagandeada de que o "agro é pop". "A gente mostra que mundialmente, e também no Brasil, temos problemas muitos sérios relacionados a essa cadeia: a expansão das plantações de monocultura e o consequente aumento do uso do agrotóxicos e dos problemas de saúde; perda de qualidade do solo e redução de biodiversidade;
A versão brasileira do Atlas do Agronegócio, na íntegra, pode ser encontrada no site da Fundação Heinrich Böll.
Se eles pudessem, nos queimavam junto com as paredes do museu". - Carta de um funcionário do Museu Nacional
"Queimamos o quinto maior acervo do mundo.
Queimamos o fóssil de 12 mil anos de Luzia, descoberta que refez todas as pesquisas sobre ocupação das Américas.
Queimamos murais de Pompeia.
Queimamos o sarcófago de Sha Amum Em Su, um dos únicos no mundo que nunca foram abertos.
Queimamos o acervo de botânica Bertha Lutz.
Queimamos o maior dinossauro brasileiro já montado com peças quase todas originais.
Queimamos o Angaturama Limai, maior carnívoro brasileiro.
Queimamos alguns fósseis de plantas já extintas.
Queimamos o maior acervo de meteoritos da América Latina.
Queimamos o trono do rei Adandozan, do reino africano de Daomé, datado do século XVIII.
Queimamos o prédio onde foi assinada a independência do Brasil.
Queimamos duas bibliotecas.
Queimamos a carreira de 90 pesquisadores e outros técnicos.
O que arde no Museu é uma parte da história antropológica da humanidade. Da história científica da humanidade. Se eles pudessem, nos queimavam junto com as paredes do museu, com o prédio em si, com as salas de onde D. Pedro II reinou, com os corredores por onde transitaram os feitores da primeira constituição da república, se eles pudessem, nos queimavam.
É imensurável o que perdemos. Eu tô engolindo o choro.'Todos que por aqui passem protejam esta laje, pois ela guarda um documento que revela a cultura de uma geração e um marco na história de um povo que soube construir o seu próprio futuro'. Era isso que vinha escrito no chão, frente ao Museu Nacional."
Rui
Queimamos o fóssil de 12 mil anos de Luzia, descoberta que refez todas as pesquisas sobre ocupação das Américas.
Queimamos murais de Pompeia.
Queimamos o sarcófago de Sha Amum Em Su, um dos únicos no mundo que nunca foram abertos.
Queimamos o acervo de botânica Bertha Lutz.
Queimamos o maior dinossauro brasileiro já montado com peças quase todas originais.
Queimamos o Angaturama Limai, maior carnívoro brasileiro.
Queimamos alguns fósseis de plantas já extintas.
Queimamos o maior acervo de meteoritos da América Latina.
Queimamos o trono do rei Adandozan, do reino africano de Daomé, datado do século XVIII.
Queimamos o prédio onde foi assinada a independência do Brasil.
Queimamos duas bibliotecas.
Queimamos a carreira de 90 pesquisadores e outros técnicos.
O que arde no Museu é uma parte da história antropológica da humanidade. Da história científica da humanidade. Se eles pudessem, nos queimavam junto com as paredes do museu, com o prédio em si, com as salas de onde D. Pedro II reinou, com os corredores por onde transitaram os feitores da primeira constituição da república, se eles pudessem, nos queimavam.
É imensurável o que perdemos. Eu tô engolindo o choro.'Todos que por aqui passem protejam esta laje, pois ela guarda um documento que revela a cultura de uma geração e um marco na história de um povo que soube construir o seu próprio futuro'. Era isso que vinha escrito no chão, frente ao Museu Nacional."
Rui
Empresa contratada pela VALE é suspeita de cometer crime ambiental no Maranhão.
Empresa Pelicano foi multada por cometer um crime ambiental no município de Alto Alegre do Pindaré, a 219 km de São Luís. Segundo um empresário da cidade, que prefere não se identificar, um terreno de nove hectares que havia sido alugado por ele à empresa foi usado para enterrar lixo e até material poluente e tóxico. O procurador do Município de Alto Alegre do Pindaré, Diego Rolim, diz que a Empresa Pelicano foi multada em quatro milhões de reais, além de ser obrigada a despoluir o terreno, mas depois de um acordo com o Município o valor da multa foi reduzido. O procurador acrescentou que caso a empresa não pague a multa a Justiça será acionada a fim de que sejam tomadas as medidas penais. O terreno fica na zona rural de Alto Alegre do Pindaré. É uma área cheia de palmeiras de babaçu, que estava alugada para a empresa que presta serviço para a Vale do Rio Doce na obra de duplicação da Ferrovia Carajás. No local funcionavam a garagem de veículos, máquinas, oficinas e o escritório da empresa (Fonte: Imirante)
Assinar:
Postagens (Atom)

